Moda Inclusiva – Palestras em SP

Hoje terá início em SP A 6ª edição do Fashion Downtown e durante os 6 dias de evento, o público que circula pelo centro da maior cidade do país vai poder ver desfiles de moda praia, casual, sustentável, terceira idade, noiva e infantil. Porém os organizadores do evento afirmam que a bandeira levantada desde a primeira edição ainda está de pé: o Fashion Downtown prioriza a Moda Inclusiva, ou seja, artigos confeccionados especialmente pensados para as Pessoas com deficiência (PcD). Veja toda a programação do evento aqui, no site .

No evento, a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) promove hoje, dia 2 de maio, palestras gratuitas para mostrar aos comerciantes como tornar suas lojas acessíveis e oferecer um atendimento adequado a este público, além de um workshop sobre Moda Inclusiva.

Titular da SMPED, Marcos Belizário lembra que a cidade de São Paulo tem cerca de 1,2 milhão de pessoas com algum tipo de deficiência. Uma população cada vez mais inserida no mercado de trabalho e com maior poder aquisitivo. “Ter uma loja acessível hoje não é apenas uma questão de cidadania, mas também pode representar um ótimo negócio”.

 Sobre as adequações, que são simples:

Segundo o secretário, intervenções simples como demarcar vagas de estacionamento, transformar um degrau de 15 cm em rampa com mínimo de 1,20 m de largura e instalar piso tátil junto a degraus e escadas representam um custo pequeno e atendem grande parte das necessidades de adaptação para receber clientes com deficiência, idosos e gestantes. A multa para quem não cumpre a legislação pode chegar a R$ 3.800,00 por mês.

Tão importante quanto o acesso físico, no entanto, é garantir que a pessoa desfrute dos serviços oferecidos. Assim, numa loja de roupas, deve haver ao menos um provador acessível, além de caixa de pagamento mais baixo para usuários de cadeiras de rodas e pessoas de baixa estatura.

Via SPMED .

Nota do Blog: Aproveitamos para registrar mais uma vez que acessibilidade é bom para todos! Um cidade segura, sem buracos, com rampas, atendimento correto, transporte seguro. Quem não se sentiriam melhor em um ambiente assim? Devemos pensar neste ponto também em relação a moda.

Eu, pessoalmente estive em um shopping do Rio de Janeiro e pude comprovar apenas uma loja de departamento com rampas, provadores amplos. Apenas uma! Caixas ainda não adaptados… Etiquetas em braille? Ainda não! Ainda temos muito chão para percorrer… Mas, estamos no caminho certo! Conscientização, informação! Para formação de uma sociedade mais inclusiva e acessível.

Por Lu Jordão

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