Decoração de Festa no Estilo Vintage

Noite muito especial!

Vintage Crafteria

Aproveitamos o amor das nossas aniversariantes  Lethicia e Luciana pelo estilo vintage  para criar uma linda decoração da festa de comemoração desta data tão especial.

Acreditem, utilizamos apenas objetos que já faziam parte da decoração de casa e do ateliê. É claro que não poderiam faltar elas:  flores, muitas flores naturais!

Não posso esquecer dos papéis, que deram um toque muito colorido a decoração.

As aniversariantes Lethicia e Luciana As aniversariantes Lethicia e Luciana

Na porta de entrada, colocamos caixotes reciclados que foram personalizados e repletos de flores naturais. Na porta de entrada, colocamos caixotes reciclados que foram personalizados e repletos de flores naturais.

Na decoração utilizamos bules e pratos de porcelana, garrafas coloridas, baú vintage e uma moldura antiga garimpada em antiquário.

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Os papéis foram utilizados para confecção de bolas e cortina coloridas. As gaiolinhas com velas acesas deram um toque todo especial a decoração.

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Não poderia faltar, muito love! Não poderia faltar, muito love!

Flores,muitasflores!!! Flores, muitas flores!!!

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Isso me inspira hoje: Decoração com malas

Inspiração do dia! Usando malas e baús na decoração.

 

Sim, as malas e baús podem e devem ser usadas na decoração criando diversos estilos de ambiente.

Inspire-se!

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Lu Jordão

Onde as crianças dormem?

Assim como a palavra, fotografia cria registros, documentos, memórias e poesia. A lente de um fotógrafo (amador ou profissional) é a sua óptica sobra a vida, sobre o outro, sobre si mesmo.

Uma de minhas paixões é a fotografia. Assim como a palavra, fotografia cria registros, documentos, memórias e poesia. A lente de um fotógrafo (amador ou profissional) é a sua óptica sobra a vida, sobre o outro, sobre si mesmo.

James Mollison , fotógrafo nascido no Quênia e criado na Inglaterra, fez um trabalho incrível onde contou histórias de crianças diversas ao redor do mundo,  através de retratos e fotos de seus quartos, trabalho este que resultou num de seus livros de fotografias ” Where Children Sleep”, lançado em 2010. As fotos mostram uma sensibilidade extrema no olhar direcionado para a realidade de cada universo. Nos tira de nosso olhar introspectivo e nos faz refletir e conhecer o outro… As imagens falam por si. O Brasil é retratado no trabalho de Mollison.

O que achei muito interessante foi o formato apresentado – imagem do quarto e, de outro lado, a foto da criança que ocupa aquele espaço, aquela realidade, com sua idade e nacionalidade. É uma grande viagem! Inspire-se!

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Conheça mais do trabalho de James Mollison clicando nos links na matéria.

Lu Jordão

Livros que Iluminam

Livros que Iluminam: Livros antigos ganham nova destinação.

E os livros antigos ganham nova destinação nas mãos dos holandeses do Atelier Bom Design . São as Boeklampen, luminárias feitas de páginas de livros ou de livros inteiros.


O resultado é fascinante! O re-design gerou produtos cheios de estilo, funcionais e ecologicamente corretos.

Lu Jordão 

Decoração com tecidos sustentáveis – o novo luxo.

“A inspiração para o meu trabalho muitas vezes vem a partir de aspectos da natureza, particularmente estruturas, ou imagens científicas. Nostalgia e busca de uma resposta emocional para envolver o usuário com um objeto e desempenhar um papel – se algo nos faz feliz, ou nós amamos as memórias que ela traz, acredito que vamos valorizá-lo por mais tempo ao invés de enviá-lo para o aterro. Retro influências são muitas vezes evidentes em meus projetos, inspirado em minhas memórias de infância e tempos felizes. “ Deryn Relph

 

Deryn Relph é uma designer têxtil, com  amor à padrões de cor e textura e que acima de tudo, pensa criativamente sobre o uso de tecidos que ela mesma projeta e constrói.

A designer afirma: ” A versatilidade é algo que eu acredito ser importante, e estou interessada em pensar “fora da caixa” e assumir todos os desafios para que o meu trabalho têxtil seja a chave!  Questões que afetam o ambiente e design sustentável trato com o lema “Reduzir, Reutilizar, Reciclar” durante todo o processo, com o uso de capacidade técnica para auxiliar nas cores e  soluções.”

Deryn dedica-se muitas vezes a “re-inventar” mobiliários descartados, tornando-os desejáveis ​​em uma casa contemporânea. Escolhas atentas na seleção de fibras e fios que vêm predominantemente de estoques excedentes de fábrica.

Ela ainda afirma em seu site:  “A inspiração para o meu trabalho muitas vezes vem a partir de aspectos da natureza, particularmente estruturas, ou imagens científicas. Nostalgia e busca de uma resposta emocional para envolver o usuário com um objeto e desempenhar um papel – se algo nos faz feliz, ou nós amamos as memórias que ela traz, acredito que vamos valorizá-lo por mais tempo ao invés de enviá-lo para o aterro.   Retro influências são muitas vezes evidentes em meus projetos, inspirado em minhas memórias de infância e tempos felizes.

Preciso dizer que amei a dose de cor o e conceito consciente e emocional que permeiam todo o trabalho de Deryn? Paixão à primeira vista pelas cores e texturas que esta mulher consegue…

 

Harmonia nas cores, objetos e um design tão bem exercido que quebra todos os paradigmas sobre reutilização ou reciclagem…
Um show de formas e cores nas luminárias…
Sim! São tecidos recriados a partir de sobras têxteis… Luxo!
Apaixonou-se como eu me apaixonei? Saiba mais sobre Deryn Relph .
Por Lu Jordão

Arte por toda parte – Batukenjé Inclusivo

“Não existe meio mais seguro para fugir do mundo do que a arte, e não há forma mais segura de se unir a ele do que a arte.” (Johann Goethe) e O Batukenjé Inclusivo vem com o Projeto Kombo Arte Afro Brasileiro, mais uma ferramenta de alcance, que usa a música como resgate cultural e social. Desta vez, as crianças de famílias que vivem do trabalho no Lixão da Estrutural (DF) são o alvo do grupo. Conheça, participe, colabore!

Quando dizemos “arte por toda parte”, não estamos usando apenas um título bonito… O trabalho de resgate do Grupo Cultural Batukenjé toma novos rumos e cada vez mais arrojados em sua missão de inclusão social. O Projeto Kombo Arte Afro Brasileiro é mais uma ferramenta de alcance, que usa a música como resgate cultural e social. Desta vez, as crianças de famílias que vivem do trabalho no Lixão da Estrutural (DF) são o alvo do grupo.

Isso mesmo! O lixão que está em evidência no horário nobre através de uma novela que, diga-se de passagem, retrata bem de longe a realidade do local. O lixão da vida real é a Vila Estrutural, considerada uma das regiões mais pobres do Distrito Federal, que na década de 60 foi destinada para depósito de lixo. Em pouco tempo surgiram os primeiros barracos dos catadores, hoje conhecido como “Lixão da Estrutural”. Neste local as ruas são estreitas e sem pavimentação. Existe apenas uma escola de nível fundamental e um posto de saúde para atender uma população de mais de 35 mil moradores. Não há corpo de bombeiros para conter incêndios comuns em regiões assim. Crianças que certamente teriam pouca ou nenhuma possibilidade de acesso a música, a arte e a cultura, recebem duas vezes por semana o Grupo Cultural Batukenjé com oficinas que possibilitam uma melhor qualidade de vida e educação ao oferecer música, dança e confecção de instrumentos musicais (com reciclagem), o que certamente será base para auto estima e novas possibilidades de sonhos e projetos de vida para estas crianças.

A imagem registra o objetivo do projeto sendo atingido: crianças e adolescentes sendo acolhidos pelas oficinas ao invés de acompanhar seus pais no trabalho do lixão. Através da música, da dança e das oficinas de artesanato com reciclagem de materiais, são trabalhados diversos aspectos destas crianças e adolescentes: conhecimento de seu próprio corpo, troca de experiências e integração ao grupo e consequentemente integração à sociedade, permitido que se reconheçam como parte de um todo, estimulando identidade social, cidadania e sociabilização, além de estimular aptidões que os permitam vislumbrar um futuro fora do lixão. Ampliar as perspectivas de um grupo é estimular a inclusão. Só quando novos caminhos e possibilidades são apresentadas podemos escrever novas histórias de vida, evitar repetições, preconceito e limitações.

E a arte é uma linguagem forte, ampla, que pode penetrar em qualquer lugar. Para a arte não existe cor, credo, classe social ou limitação.

 E sabe o que é mais bacana? Se você quiser, pode fazer parte disso. Tornar-se um parceiro deste Projeto que oferece oportunidades e inclusão.  Não podemos ir ao lixão. Talvez nem pensemos nesta realidade que está tão distante de nós. Mas podemos sim nos fazer presentes de diversas formas. Esta matéria é uma delas – falar de um tema que normalmente não aparecem em blogs de moda ou arte – lixão, inclusão, outras realidades. Para saber como você, Pessoa Física ou Jurídica, pode apoiar o Projeto Kombo Arte Afro Brasileiro, segue abaixo o contato do Grupo Cultural Batukenjé:

Facebook do Meste Celin (Coordenador do Projeto, regulamentado e inscrito na Ordem dos Músicos e como Agente Cultural)

Site do Batukenjé

 “Não existe meio mais seguro para fugir do mundo do que a arte, e não há forma mais segura de se unir a ele do que a arte.” (Johann Goethe) – Então, o olhar atento do menino sedento determina: uma nova história está nascendo! Uma conexão com um mundo antes desconhecido… Revelado pela arte do Batukenjé.

Para o Batukenjé, inclusão é muito mais que um texto… É uma realidade! A música que permite a todos falarem uma só linguagem – A da Igualdade,  da Liberdade.

Faça uma visita ao Lixão da Estrutural  com o Batukenjé no vídeo abaixo.

Ajude a divulgar o Projeto clicando nas redes sociais. Colabore com a inclusão. Sempre podemos nos fazer presentes de alguma maneira. Escolha a sua! Temos falado em processos sustentáveis. Entendemos este trabalho como parte disso. Sem inclusão é impossível falar em processos sustentáveis.

Batukenjé já é nosso parceiro e conheça mais de seus trabalhos nestas outras matérias: Aqui e Aqui .

Fotos: Todas do Batukenjé, autorizadas para reprodução.

Texto: Lu Jordão

Histórias do Coração

(Clique na imagem para aumentar)

O desenho delicado foi feito por Gabi, minha filha caçula (aos 6 anos). E o diálogo? Numa noite antes de dormir Gabriela tentava entender o tamanho  do amor… Não existe nada mais produtivo do que esse exercício de entender o que sentimos e dar nome a estes sentimentos junto com uma criança. Nos surpreendemos com as descobertas e percepção tão natural e pura do mundo e de tudo o que nele há.

Fica a dica para o fim de semana: ouvir o coração pela boca de uma criança. Percebemos que crescemos, ficamos sérios, rígidos, voltados para soluções pragmáticas… Sentar no chão com nossos filhos, sobrinhos ou qualquer criança é um momento que pode nos fazer um bem enorme!

Afinal, já dizia Paulo Leminski:

“Nesta vida pode-se aprender três coisas de uma criança:
Estar sempre alegre;
nunca ficar inativo;
e, chorar com força por tudo aquilo que se quer.”

Lu Jordão, mãe 24 horas descobrindo coisas fáceis e difíceis