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Onde as crianças dormem?

Uma de minhas paixões é a fotografia. Assim como a palavra, fotografia cria registros, documentos, memórias e poesia. A lente de um fotógrafo (amador ou profissional) é a sua óptica sobra a vida, sobre o outro, sobre si mesmo.

James Mollison , fotógrafo nascido no Quênia e criado na Inglaterra, fez um trabalho incrível onde contou histórias de crianças diversas ao redor do mundo,  através de retratos e fotos de seus quartos, trabalho este que resultou num de seus livros de fotografias ” Where Children Sleep”, lançado em 2010. As fotos mostram uma sensibilidade extrema no olhar direcionado para a realidade de cada universo. Nos tira de nosso olhar introspectivo e nos faz refletir e conhecer o outro… As imagens falam por si. O Brasil é retratado no trabalho de Mollison.

O que achei muito interessante foi o formato apresentado – imagem do quarto e, de outro lado, a foto da criança que ocupa aquele espaço, aquela realidade, com sua idade e nacionalidade. É uma grande viagem! Inspire-se!

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Conheça mais do trabalho de James Mollison clicando nos links na matéria.

Lu Jordão

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Um dia feliz!

O dia de hoje é um simples marco para o celebrar toda uma trajetória que se constrói diariamente, constantemente, incansavelmente!

De todos os presentes possíveis, o mais valioso para mim é ter a mãozinha de minhas filhas junto das minhas… Ver essas mãos crescer, buscando as minhas mãos em cada momento novo, feliz, ou de insegurança, medo… Apoiar e ajudar na formação do que são, do que serão!

Lembro-me de toda a trajetória até aqui – gestação, quilos a mais, enjôos, sono absurdo! Parto, ver os rostinhos, amamentar, acariciar, cheirar… Noites sem dormir, cólicas, coco, xixi, gofadas, febres, sustos… O primeiro sorriso, o primeiro barulho, o primeiro passo, a primeira palavra! O primeiro dia de escola, as festinhas infantis, o teatro, o cinema, a música, o primeiro dia das mães… O aprender a ler e escrever. Que momento mágico esse desabrochar diário que realmente me faz ser mãe, me sentir mãe!

O sorriso mais sincero, o carinho mais verdadeiro, o olhar mais doce vem delas! Assim como algumas respostas tortas, algumas perguntas desconcertantes, alguns comportamentos que nos desafiam a educar, a assumir uma postura mais rígida… Aí vemos que ser mãe não abrange só o lado poético. Que existe um lado que poucos falam nessa data – o limite, a correção, o medo que toda mãe tem de errar, de falhar, de pecar pelo excesso ou pela ausência em algum momento…

O importante é o contato, o diálogo, o olho no olho, o viver junto! Olhar profundamente um para o outro entendendo que elas, são seres únicos e diferentes entre si, diferentes de mim… Somos assim! Únicos!

Então o que quero é continuar essa grande história de amor, a maior de toda a minha vida! Sim, porque através delas descobri o que é amor incondicional…

Lembro-me das mães que não geraram seus filhos no ventre. Que o geraram no coração! Mães por opção, por escolha, por devoção.

Lembro-me também das mães que não tem seus filhos por perto hoje e dos filhos que não tem suas mães neste dia ( e o dia das mães foi criado por um grupo de amigas que viram uma amiga demasiadamente triste por ter perdido sua mãe – É possível celebrar na ausência os lindos momentos de uma história construída!)…

Lembro-me das mães que nesta hora repensam suas vidas pois vivem em tantas dificuldades sociais e econômicas mas, não desistem! São verdadeiras guerreiras para incluir seus filhos num mundo melhor… Saindo das vielas para as faculdades!

Lembro-me dos filhos que gostariam de dar um presente e um almoço lindo para suas mães… Mas talvez a sua realidade não permita.

Esse é o nosso país – Mães da zona sul a zona norte…Mães das favelas, Mães das ruas… Sim! Num dia como hoje penso nelas… Realidades que nunca vivemos, que desconhecemos!

Penso nas mães que são anjos, mães de crianças mais que especiais, brigando pela inclusão!

Lembro das mães mais que especiais, que  não enxergam com os olhos, que não andam com suas pernas mas, que sempre acharão caminho para acariciar seus filhos e cumprir o papel mais especial de suas vidas!

Então, lembrar de todas essas mães, de qualquer credo, cor, classe social, é uma sintonia, solidariedade, para que elas sintam-se amadas demais, vencedoras e, que suas forças sejam ren0vadas para que continuem nessa complexa e linda missão de ser mãe. Formar cidadãos!

Feliz dia das mães!

Leiam nosso post para o Coletivo Verde sobre Eco Mãe.

Por Lu Jordão

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Um Texto Sem Pretexto

Descrição da Imagem: Ilustração em fundo azul dando a idéia de céu. Em primeiro plano um galho branco e delicado  de árvore, com dois pássaros amarelos, lado a lado, um maior e outro menor. Sobre os pássaros a frase : “It’s The little things taht make life wonderfull” (São pequenas coisas que tornam a vida maravilhosa).

A FORÇA DAS CONEXÕES

Viver Só Não é Bom…

Ficar Só Faz Bem Em Alguns Momentos Da Vida

Porém, Dois, Em Concordância São Mais Fortes

Três, Quatro, Alguns, Muitos, Todos!

Parcerias: Laços Que Se Somam

Disseminando O Ideal, O Que Se Quer, O Que Se Acredita, Até Onde Puder!

As Redes Sociais Deram-Me Nomes:

Paulo, Marta, Deborah, Rosa, Clice, Guilherme, Fabrício, Carol, Paula, Joel, Marilia, Chloé, Juca E, Tantos Outros Tão Importantes! Alguns Ainda Sem Rosto Definido…

Entendi Que Isso Não É O Fundamental

A Força Vem Do Ideal, Das Palavras Escritas E Ditas

Compartilhadas Em Textos, E-mails, Depoimentos

Incentivo, Força, Descobertas, Ideias, Críticas, No #FF Do Twitter, No “Curtir E Compartilhar” Do Facebook

Descobri Que O Registro De Textos Faz Surgir Laços

Que O Blog É Uma Extensão Da Própria Vida Correndo, Urgente, Intensa

Que Por Trás Dos Nomes Descobertos Nas Redes Sociais

Existem Homens E Mulheres Com Vidas Cheias De Histórias

E Histórias Cheias De Vida!

De Alguns Ouvi A Voz, Vi O Rosto

De Outros Li As Palavras

Descobri Formas Intensas De Me Comunicar… Hoje Aprendo A Escrever Imagens, A Desenhar Textos… Aprendo Que Alguns Falam Com As Mãos…  Que Outros Lêem Com Os Dedos Ou Com Os Ouvidos… Aprendo Que Preciso Reaprender A Me Comunicar Diariamente, Abertamente, Sinceramente

Reaprender A Me Dar, A Receber, A Trocar… Aprendo Que Uma Comunicação Sem Limites É Libertadora! Aprendo Que Podemos Dar Novo Sentido A Quase Todos Os Órgãos de Nosso Corpo (Olhos, Mãos, Ouvidos, Lábios, Cordas Vocais, Pernas)… Mas Ao Coração, Só Um Sentido É Permitido: O Amor, O Ideal, O Desejo De Ver O Outro, De Ver A Vida, De Compartilhar, De Trocar, De Se Doar

Então Desejo Ser 2, 3, 4… Um Milhão Se Possível For ! Conhecendo Mais Que Rostos, Mais Que Vozes, Mais Que Palavras – Conhecendo O Todo! O Próximo!

E A Rede Cresce, As Conexões Fortalecem! Permite-Nos Fazer Refletir, Mergulhar…

Sou Incluída na Vida de Pessoas Especiais Através Do Blog… Quero Incluir! Naturalmente, Sinceramente, Eternamente!

A Rede, Que Juntos Formamos, Fortalece A Inclusão.

E Não Consigo Mais Desassociar Moda E Arte De Sustentabilidade. Acredito Cada Vez Mais Que Processos Sustentáveis, Baseiam-se Na Inclusão… Em Todas As Esferas!

E Se Você Não Entendeu Alguma Parte Deste Texto, Afirmo Sem Medo de Errar: É Necessário Ampliar Sua Forma De Se Relacionar, De Se Comunicar, De Ler, Ver, Ouvir E Sentir!

Reflorestando Nossos Cérebros Para Um Planeta Verde.

O Texto acima surgiu em uma noite em que o sono demorou… Aquelas noites que tiramos para refletir sobre a existência (nossa e de nossas coisas). Sim! Ele está com todas as palavras escritas em letra inicial maiúscula. Por que? Só para mostrar que mesmo sendo diferente, fora dos padrões comuns e das regras normalmente usadas na escrita, ele diz o que quer dizer. Que “o diferente” tem muito a dizer…

Lu Jordão

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Arte por toda parte : Grupo Cultural Batukenjé

Nessa nova tag  “Arte por toda parte”, vamos abordar aqui no Blog, a arte como função e resgate social. Nossa querida colaboradora em Brasília Deise Lemos, nos apresentou o Grupo Cultural Batukenjé, música com foco em trabalho social fortíssimo em Brasília.

Batukenjé vem da língua Yorubá que significa: tocar um som alegre, tocar para Deus. Um som totalmente brasileiro, nascido em 2006 na Finlândia. Numa temporada de workshops percussivos, o músico Celin Dú Batuk teve a inspiração de criar um grupo com ritmos Afro Brasileiros…

Além de preservar e valorizar  cultura afro brasileira, o Batukenjé tem a missão de resgate através do projeto social “SORRINDO E BATUCANDO COM O BATUKENJÉ”, que nasceu em 2006 juntamente com a criação do Batukenjé. O Projeto intensificou suas ações em 2010 atendendo crianças de escolas públicas e comunidades no entorno de Brasília. O projeto, que envolve aulas de percussão, está em constante expansão desenvolvendo  oficinas que consistem em atividades teóricas , práticas e recreativas com os participantes e está presente em três pontos de Brasília: CAIC do Núcleo Bandeirantes, com 60 crianças atendidas; GALPÃO CULTURAL do Varjão com 40 crianças atendidas e GALPÃO CULTURAL de Brazlândia com 30 crianças atendidas.

Numa entrevista com o Mestre Celin du Batuk, idealizador do Batukenjé, tentei separar e traçar um perfil do idealizador e de seu ideal. Não consegui… Os dois se misturam, estão fundidos no ideal de resgate social pela música. Mestre Celin é Batukenjé e, Batukenjé é a essência de Mestre Celin, juntamente com uma diretoria e equipe de 10 pessoas.

Questionei ao Mestre Celin sobre a influência da música na vida dessas crianças atendidas e ele me respondeu: “O resultado de todo esse trabalho do Batukenjé com crianças , através do depoimento de seus pais, é crescimento no rendimento escolar. Tenho um depoimento em vídeo da Millena, aluna da rede pública, que está no Batukenjé faz 4 anos. Ela participou de um concurso de redação de um jornal famoso aqui da cidade. Millena ganhou em primeiro lugar entre todas as escolas!!! Ela afirmou na entrevista à Bandeirantes que o Batukenjé foi sua inspiração!A redação tinha como tema: COMO SERÁ BRASÍLIA DAQUI A 50 ANOS.”


Além da música melhorar o rendimento escolar e a auto estima das crianças do entorno de Brasília, também é usada para trabalhar a consciência ambiental. Mestre Celin Dú Batuk recicla bombonas plásticas e latões, transformando em instrumentos de percussão, permitindo que todas as crianças tenham acesso a música e a cultura.

Na foto, bombona de plástica reciclada – o lixo que nas mãos do Batukenjé  transforma-se em música e dignidade social

Pedi a Mestre Celin que nos contasse um sonho seu… Sua resposta: “Já trabalhei muito para viver da percussão e hoje quero poder ajudar a todos que precisam  em todos os aspectos pois estamos aqui só de passagem.”

Por este olhar, não tenho dúvida alguma que o sonho do Batukenjé está sendo realizado… Uma fábrica de sonhos para quem não tinha acesso a cultura… Novas janelas abertas, para novas possibilidades, novos ideais. Romarito, como é chamado no Grupo Cultural, devolve este olhar doce, resultado da música em sua vida. Mestre Celin afirmou que ele é o primeiro a chegar nos ensaios e o último a sair…

E o Batukenjé não para! Agora em maio,  vai iniciar  um ciclo de Workshops pela Europa, levando a cultura e a musicalidade afro brasileira para o mundo.

Shows de percussão, canto e dança; Oficinas práticas de percussão afro brasileira de mão e de baquetas; Confecção de instrumentos de percussão sob encomenda e curso de teoria aplicada à percussão afro brasileira. Assim trabalha o Batukenjé!

Mais sobre o Grupo Cultural?

No Blog: Grupo Cultural Batukenjé

No canal: Youtube

No Twitter: @batukenje


Obrigada ao Mestre Celin que nos atendeu com tanto carinho compartilhando seus projetos e ideais com nossos leitores.

Vale muito a visita nos canais do Grupo para assistir principalmente aos vídeos com o ritmo que leva alegria e esperança em Brasília.

Por Lu Jordão

Fotos: Todas cedidas e autorizadas para publicação pelo Batukenjé

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A folia que eu curti – Relatos de quem vive inclusão

Descrição da Imagem acima no Blog Rosa da Rosa (um espaço muito especial que você vai adorar visitar!!)

Final de folia e eu acabei de receber esta matéria veiculada no Jornal Extra pela repórter Letícia Sicsu. Déborah Prates, nossa querida amiga e advogada aqui no Rio de Janeiro, que me enviou a matéria, descreve sua experiência… Vamos escrever a matéria na íntegra para que todos possam ter acesso ao conteúdo abordado de forma muito correta pela repórter.

O Carnaval da Inclusão

Criado por surdos, o Bloco Gargalhada desfila mensagem contra o preconceito

Eu me sinto renascendo para o carnaval.” A declaração foi dada pela advogada Deborah Prates, de 43 anos, e deficiente visual há cinco. Com a ajuda de Jimmy, seu cão guia, pela primeira vez desde que ficou cega, ela desfilou, ontem, no Bloco Gargalhada, em Vila Isabel.

A alegria e a irreverência foram a tônica do desfile do grupo, que há sete anos arrasta foliões pelo Boulervard 28 de Setembro. Com o objetivo de promover a inclusão de pessoas com deficiência, o Gargalhada surgiu a partir de um grupo de surdos.

Não somos um bloco para deficientes. A nossa alegria é para todos. Aqui, apenas oferecemos a eles condições par desfilar – explicou Yolanda Branconnot, uma das fundadoras do Bloco.

O deficiente visual e autor da marchinha que embalou a multidão durante o desfile, Waldir Domingues Lopes, de 62 anos, contou estar sentindo a vibração e a alegria: – Não posso ver mas, sinto que as pessoas estão felizes. Queremos mostrar que os deficientes têm que sair de casa para se divertir. As famílias não podem esconder seus deficientes.

Bateria especial

Tocando chocalho, Maritza  Simões, de 39 anos, deficiente auditiva, saiu esse ano pela segunda vez na bateria do bloco. Ela contou que aprendeu a tocar com um grupo de amigos e que, agora, sente-se capaz de aprender tudo. – Nós sentimos a vibração, que é o que nos permite tocar. O desfile foi ótimo. É bom saber que as pessoas são iguais. Só precisamos de apoio e incentivo – afirmou Maritza.

Durante o desfile, o bloco arrastou quem passava pela rua, cumprindo sua missão.

Conviver com as diferenças é um privilégio – disse Yolanda, uma das organizadoras do evento.

Por Letícia Sicsu (leticia.sicsu@extra.inf.br) para Jornal Extra.

 

Eu poderia escrever muito sobre inclusão baseada na atitude dos organizadores do Bloco Gargalhada… Mas, quero que o relato das Pessoas com Deficiência (PcD) que viveram a inclusão nesta experiência fale, provando que o único limitador é o preconceito. Quero destacar as palavras de Déborah, Waldir e Maritza que deixam claro que a sociedade não pode e nem deve esconder diferenças e diversidade. Simples assim. Na prática. Inclusão é direito, é legal e faz bem a todos. Pessoas cegas podem sim desfilar, compor… Pessoas com surdez, podem sim tocar, desfilar. E nós, podemos e devemos andar todos juntos para que as gerações atuais e futuras tratem a diversidade como algo natural e não como um fator de limitação. Gostei muito da abordagem da repórter que em momento algum questionou o “poder de executar” de nenhum dos participantes do bloco. Matéria séria. Abordagem séria, informativa e inclusiva de fato.

Obrigada Déborah Prates (deborahprates@yahoo.com.br) por compartilhar essa experiência comigo, o que eu divido com os leitores do Blog.

Por Lu Jordão

Imagem: Matéria do Jornal Extra de 07-03-2011

 

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Sexta-feira é dia de que?

Descrição de imagens: Foto em preto e branco e, em primeiro plano,  um casal dançando à noite em uma rua de paralelepípedos. A sombra do casal está refletida nesta rua. A foto não destaca detalhes do casal. simplesmente a silhueta dos dois dançando…


Chega a sexta-feira e percebemos um clima diferente no ar… O refrigério da semana de muito trabalho… A noite cai e todos parecem abster-se de suas mazelas e preocupações rotineiras dedicando-se a diversão. Seja que diversão for: o chopp com os amigos, o vinho dos apreciadores, o cinema, o restaurante, o lar com os filhos, o suco e o sanduiche natural com sua tribo… Mas, de todas as formas de libertação, a dança é a mais completa. Une música, entrega de corpo, mente e alma. Uma das mais completas formas de expressão é o nosso destaque desta sexta… E você sabia que a dança tem sua Oração?

Oração da Dança

“Louvada seja a dança, que liberta o homem do peso das coisas materiais

E une os solitários, para formar sociedade.
Louvada seja a dança,

Que exige tudo e fortalece a saúde, uma mente serena e uma alma…
A dança significa transformar o espaço, o tempo e o homem,
Que sempre corre perigo de se perder ou ser somente cérebro,

Ou só vontade, ou só sentimento.
A dança, porém, exige o ser humano inteiro,

Ancorado no seu centro

E não conhece a vontade de dominar gente e coisas,

E não serve à obsessão de estar perdido no seu próprio ego.
A dança exige o homem livre e aberto,

Vibrando na harmonia de todas as forças.
Ó homem, ó mulher, aprenda a dançar,

Senão os anjos no céu
Não saberão o que fazer contigo!”

Fonte: http://www.ericorodrigo.com/ – Dança de Salão

Descrição de imagens: montagem de duas fotos em preto e branco. Um dançarino conduz uma dançarina cadeirante. Na primeira foto ele faz um passo da coreografia em que se senta no chão, sobre suas pernas e, vira a cadeira de rodas sobre seu corpo. Na segunda foto, em primeiro plano a dançarina cadeirante faz sua coreografia com o tronco e sorrindo. Atrás dela, o dançarino está de pé, pernas abertas, braços abertos e erguidos complementando a coreografia.


A dança liberta, aproxima, unifica, inclui, transforma… Aproveite sua sexta e seja feliz!

Por Lu Jordão

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