Isso me inspira hoje: Decoração com malas

Inspiração do dia! Usando malas e baús na decoração.

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Sim, as malas e baús podem e devem ser usadas na decoração criando diversos estilos de ambiente.

Inspire-se!

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Lu Jordão

Livros que Iluminam

Livros que Iluminam: Livros antigos ganham nova destinação.

E os livros antigos ganham nova destinação nas mãos dos holandeses do Atelier Bom Design . São as Boeklampen, luminárias feitas de páginas de livros ou de livros inteiros.


O resultado é fascinante! O re-design gerou produtos cheios de estilo, funcionais e ecologicamente corretos.

Lu Jordão 

Decoração com tecidos sustentáveis – o novo luxo.

“A inspiração para o meu trabalho muitas vezes vem a partir de aspectos da natureza, particularmente estruturas, ou imagens científicas. Nostalgia e busca de uma resposta emocional para envolver o usuário com um objeto e desempenhar um papel – se algo nos faz feliz, ou nós amamos as memórias que ela traz, acredito que vamos valorizá-lo por mais tempo ao invés de enviá-lo para o aterro. Retro influências são muitas vezes evidentes em meus projetos, inspirado em minhas memórias de infância e tempos felizes. “ Deryn Relph

 

Deryn Relph é uma designer têxtil, com  amor à padrões de cor e textura e que acima de tudo, pensa criativamente sobre o uso de tecidos que ela mesma projeta e constrói.

A designer afirma: ” A versatilidade é algo que eu acredito ser importante, e estou interessada em pensar “fora da caixa” e assumir todos os desafios para que o meu trabalho têxtil seja a chave!  Questões que afetam o ambiente e design sustentável trato com o lema “Reduzir, Reutilizar, Reciclar” durante todo o processo, com o uso de capacidade técnica para auxiliar nas cores e  soluções.”

Deryn dedica-se muitas vezes a “re-inventar” mobiliários descartados, tornando-os desejáveis ​​em uma casa contemporânea. Escolhas atentas na seleção de fibras e fios que vêm predominantemente de estoques excedentes de fábrica.

Ela ainda afirma em seu site:  “A inspiração para o meu trabalho muitas vezes vem a partir de aspectos da natureza, particularmente estruturas, ou imagens científicas. Nostalgia e busca de uma resposta emocional para envolver o usuário com um objeto e desempenhar um papel – se algo nos faz feliz, ou nós amamos as memórias que ela traz, acredito que vamos valorizá-lo por mais tempo ao invés de enviá-lo para o aterro.   Retro influências são muitas vezes evidentes em meus projetos, inspirado em minhas memórias de infância e tempos felizes.

Preciso dizer que amei a dose de cor o e conceito consciente e emocional que permeiam todo o trabalho de Deryn? Paixão à primeira vista pelas cores e texturas que esta mulher consegue…

 

Harmonia nas cores, objetos e um design tão bem exercido que quebra todos os paradigmas sobre reutilização ou reciclagem…
Um show de formas e cores nas luminárias…
Sim! São tecidos recriados a partir de sobras têxteis… Luxo!
Apaixonou-se como eu me apaixonei? Saiba mais sobre Deryn Relph .
Por Lu Jordão

Arte por toda parte – Batukenjé Inclusivo

“Não existe meio mais seguro para fugir do mundo do que a arte, e não há forma mais segura de se unir a ele do que a arte.” (Johann Goethe) e O Batukenjé Inclusivo vem com o Projeto Kombo Arte Afro Brasileiro, mais uma ferramenta de alcance, que usa a música como resgate cultural e social. Desta vez, as crianças de famílias que vivem do trabalho no Lixão da Estrutural (DF) são o alvo do grupo. Conheça, participe, colabore!

Quando dizemos “arte por toda parte”, não estamos usando apenas um título bonito… O trabalho de resgate do Grupo Cultural Batukenjé toma novos rumos e cada vez mais arrojados em sua missão de inclusão social. O Projeto Kombo Arte Afro Brasileiro é mais uma ferramenta de alcance, que usa a música como resgate cultural e social. Desta vez, as crianças de famílias que vivem do trabalho no Lixão da Estrutural (DF) são o alvo do grupo.

Isso mesmo! O lixão que está em evidência no horário nobre através de uma novela que, diga-se de passagem, retrata bem de longe a realidade do local. O lixão da vida real é a Vila Estrutural, considerada uma das regiões mais pobres do Distrito Federal, que na década de 60 foi destinada para depósito de lixo. Em pouco tempo surgiram os primeiros barracos dos catadores, hoje conhecido como “Lixão da Estrutural”. Neste local as ruas são estreitas e sem pavimentação. Existe apenas uma escola de nível fundamental e um posto de saúde para atender uma população de mais de 35 mil moradores. Não há corpo de bombeiros para conter incêndios comuns em regiões assim. Crianças que certamente teriam pouca ou nenhuma possibilidade de acesso a música, a arte e a cultura, recebem duas vezes por semana o Grupo Cultural Batukenjé com oficinas que possibilitam uma melhor qualidade de vida e educação ao oferecer música, dança e confecção de instrumentos musicais (com reciclagem), o que certamente será base para auto estima e novas possibilidades de sonhos e projetos de vida para estas crianças.

A imagem registra o objetivo do projeto sendo atingido: crianças e adolescentes sendo acolhidos pelas oficinas ao invés de acompanhar seus pais no trabalho do lixão. Através da música, da dança e das oficinas de artesanato com reciclagem de materiais, são trabalhados diversos aspectos destas crianças e adolescentes: conhecimento de seu próprio corpo, troca de experiências e integração ao grupo e consequentemente integração à sociedade, permitido que se reconheçam como parte de um todo, estimulando identidade social, cidadania e sociabilização, além de estimular aptidões que os permitam vislumbrar um futuro fora do lixão. Ampliar as perspectivas de um grupo é estimular a inclusão. Só quando novos caminhos e possibilidades são apresentadas podemos escrever novas histórias de vida, evitar repetições, preconceito e limitações.

E a arte é uma linguagem forte, ampla, que pode penetrar em qualquer lugar. Para a arte não existe cor, credo, classe social ou limitação.

 E sabe o que é mais bacana? Se você quiser, pode fazer parte disso. Tornar-se um parceiro deste Projeto que oferece oportunidades e inclusão.  Não podemos ir ao lixão. Talvez nem pensemos nesta realidade que está tão distante de nós. Mas podemos sim nos fazer presentes de diversas formas. Esta matéria é uma delas – falar de um tema que normalmente não aparecem em blogs de moda ou arte – lixão, inclusão, outras realidades. Para saber como você, Pessoa Física ou Jurídica, pode apoiar o Projeto Kombo Arte Afro Brasileiro, segue abaixo o contato do Grupo Cultural Batukenjé:

Facebook do Meste Celin (Coordenador do Projeto, regulamentado e inscrito na Ordem dos Músicos e como Agente Cultural)

Site do Batukenjé

 “Não existe meio mais seguro para fugir do mundo do que a arte, e não há forma mais segura de se unir a ele do que a arte.” (Johann Goethe) – Então, o olhar atento do menino sedento determina: uma nova história está nascendo! Uma conexão com um mundo antes desconhecido… Revelado pela arte do Batukenjé.

Para o Batukenjé, inclusão é muito mais que um texto… É uma realidade! A música que permite a todos falarem uma só linguagem – A da Igualdade,  da Liberdade.

Faça uma visita ao Lixão da Estrutural  com o Batukenjé no vídeo abaixo.

Ajude a divulgar o Projeto clicando nas redes sociais. Colabore com a inclusão. Sempre podemos nos fazer presentes de alguma maneira. Escolha a sua! Temos falado em processos sustentáveis. Entendemos este trabalho como parte disso. Sem inclusão é impossível falar em processos sustentáveis.

Batukenjé já é nosso parceiro e conheça mais de seus trabalhos nestas outras matérias: Aqui e Aqui .

Fotos: Todas do Batukenjé, autorizadas para reprodução.

Texto: Lu Jordão

Fotografia + Arte + Performance = Cecilia Paredes

Cecilia Paredes, é peruana e tem um trabalho lindo com fotografia e performance. Na sua série Skin Deep ele se camufla no meio de papéis de parede de uma forma tão perfeita, que é difícil separar o corpo da estampa no fundo… Para quem ama decoração, fotografia e arte, o projeto é um pacote e tanto!

Então segue nossa dose de cor para hoje! (clique nas imagens para ampliar e vale demais o clique!)

 

Por Lu Jordão

Por nossos passos …

Quanto tempo! Temos “caminhado por novos caminhos”, mudança de rumo mas sempre com o mesmo foco: um mundo melhor para nós a para nossas filhas!

Vocês já viram nosso cantinho aqui no Blog chamado BlackBarry ? Isso mesmo! Um olhar pro cotidiano capturado somente com fotos de celular… Fazia tempo que não postávamos nada por lá (nem por aqui… Vamos voltando aos poucos!) mas, acabamos de perceber quantas fotos de pés e sapatos temos no celular.

Refletindo sobre isso, entendemos e traduzimos as imagens nesse texto singelo… Fotografamos os pés em momentos especiais de nossa vida, nossa trajetória… E acabamos contando nossa história simplesmente por nossos passos…

Sapatos altos, baixos, abertos, fechados… Não importa! Passos firmes, sempre.

Pés descalços ou calçados, de pai, mãe e filhas.

A grande caminhada!

Nossa jornada, nosso rastro, nossas histórias, nossa vida – derrotas e vitórias, erros e acertos!

O primeiro passo, o passo tranquilo, o passo apertado.

O passo decisivo, imperativo!

O pior passo é aquele que não demos… Nos arrependemos do que não foi feito.

Uma vida bem vivida se constrói com uma caminhada firme, sem medo de errar,

Sem medo de se lançar, de conquistar!

E se um dia parar, que seja para refletir, respirar… A quietude deve estar dentro de nós.

Passos, pés e sapatos, contam muito de nossa história,  registram lembranças.

Sapatos podem até ser fúteis porém, se bem contadas suas histórias, suas andanças,

Tornam-se úteis, inspiradores, encantadores!

Sapatos grandes nos pés pequenos, a grande descoberta das Meninas!

Pés que foram pequeninos, dependentes, que cabiam na palma de nossas mãos… Hoje são maduros, decididos, traçando seus próprios caminhos nos arrebatam para novos desafios – o de viver e deixar viver!

Pés que envelheceram, que se cansaram, e que já não fazem mais grandes caminhadas.

Estes mesmos, o pés experientes que orientam os mais novos em novas jornadas… Os pés mais velhos podem parar, gozar, cantarolar e se orgulhar da grande jornada exercida. Estes merecem boa vida!

Pés de pai, mãe e filhas… Juntos, sempre juntos!

E os passos, os pés e os sapatos vão deixando o rastro de nossas vidas.

Que seja um rasto lindo, bem vivido. Medos, dores, dúvidas (sim!) mas com acertos, aventuras, conquistas e muitos laços de amor e afeto.

 

Férias, dias de dedicação total às crianças, brincar de pique, pega-pega, correr, rolar… Igualar-se a elas em alegria e ingenuidade. Voltar a ser criança.  Dar um tempo para chatura e caretice adulta!

Dias de festas, casamentos, momento de encontrar amigos e família que nem sempre temos a oportunidade de estar juntos… 

Flats, em dias de folga do trabalho, quando descemos dos saltos altos e flutuamos…

Aula de teatro… Vemos nossa menina crescer, amadurecer e viver alegremente a magia da arte!

Pés livres no final de festa, nas caminhadas a beira mar após um dia de trabalho… Sapatos jogados! Liberdade…

Os pés que caminham no exercício do amor diário… Descalços, desarmados, dispostos…

Os pés mais lindos!!! Os pés da descoberta, do crescimento, da alegria, da vitalidade, da pureza, os pés das minhas filhas! Os pés pequenos em meus sapatos grandes, espelhando-se e comparando-se com os meus, experimentando… Os pés do amor maior, que me ajudam a ser melhor, a querer o melhor… Os pés que refletem meus sonhos!

Olhando as fotos, consigo me lembrar de cada momento de nossa caminhada… Mais do que aquilo que calçamos, os sapatos refletem nossa trajetória, o desenrolar de nossa história de vida, nossos exemplos, a escolha de caminhos certos ou errados. Acho que por isso fotografei tantas vezes pés… Um simbolismo forte do que conquistamos ao pisar em territórios novos… Que sejam férteis os solos pisados por nossos pés. Que 2012, seja um ano de conquistas em todas as áreas.

Lu Jordão

Mundo Plissado

 

Quando penso em saia plissada logo me vem a memória a cena esvoaçante da diva Marilyn Monroe, o que deixa bem claro o quanto a moda é cíclica… Um vai e vem de gostos, tendências ressuscitadas e quem nem sempre (quase nunca!) são novidades.

As saias plissadas tornaram-se sucesso no século XIX, conhecidas como roupa de dançar, muito usadas lá em 1.920 trazendo movimento e leveza às mulheres que dançavam o foxtrot.

E o mundo plissou novamente, sem o foxtrot mas com a leveza dos tecidos finos, bem coloridos e o que era “antiguinho” ganhou cara de moderno, estiloso! Então, plissemos todos!

E na onda do plissado chegamos também na arte de Richards Weeney e suas belíssimas esculturas resultantes de papel (isso mesmo! Papel!!) plissado!

Por Lu Jordão